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Isabel Allende: Histórias de Paixão.

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Um extraordinário depoimento, contemporâneo, mostra o arbítrio com que se faz uma cerimônia sacrificial de uma jovem mulher; que interrogado pelos seus juízes, parece simular os julgamentos severos do Olimpo, cujo justiçamento dos deuses, chegava ao ponto de ser a face mesma da ironia. Um julgamento martirial, que com com certeza para qualquer antropólogo isento, era com requintes uma cerimonia de tortura pela força bruta e simbólica empregada. O alvo não era um animal, nem um homem maduro, era um mulher jovem e negra interrogada no pomposo espaço dos representantes do povo, o congresso que se mostrava, com raridade, “sedento de justiça”, em que os investigadores eram homens, grande maioria religiosos, incendiados pelo amor da justiça, cheios de ternura pelas crianças da periferia, e de ódio por uma criança vitimada.

No nosso estudo, hoje, do GEMPO, nesta quinta feira, compartilhando textos de Merleau-Ponty, evocamos o discurso de Isabel Allende, tão adequado. mas que aqueles homens não gostariam de ouvir, porque fala de sua prepotência de macho ocidental que tripudia pelo excesso de poder desmesurado demais – freudianamente – para ser inteiramente honesto. Se os parlamenteares quisessem qualquer resposta  séria e suas explicações, erraram o alvo, as explicações de fato da rede e conexão do mercado da morte possui há muitos anos, seu rastilho conhecido demais, poderiam ter recorrido aos serviços eficientes de controle do que circula, inclusive, em net fechada, correspondências, telefones, e-mails. Veriam que as grandes redes responsáveis pela saúde no mundo, são também aqueles que compram e vendem a vida e saúde, e promovem a morte sob diversos matizes.Por dinheiro, r roubam corpos e pessoas vivas, órgãos e corpos tomados, e se mata como em açougues.  E o pior não se culpa ninguém, pois isso é só o medo do silêncio, o não encontrar palavras que denunciem a rede que também não deixa incluir a classe dominante e os aparelhos que lhes servem

Os parlamentares queriam e “pele da mulher” para que ela denunciasse quem eram as figuras que compartilharam da transação macabra. Como se o país em contato com grandes pesquisas internacionais estratégicas e de alta segurança ignorasse a existência destas redes, sua blindagem, e a conivência delas e interesses no órgãos de crianças, adolescentes, empobrecidos! A sessão de flagelamento simbólico mostrou de que lado está a corrupção, a violência, a falta de ética, a malvadez.

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