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Território e Espaço, e espaço simbólico…

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O Espaço simbólico e a transcendência

Não somos seres ilimitados, ao contrário. Mas sequer podemos saber como viveremos e o que seremos, a cada experiência profunda realizada em nossa existência. O existencialismo tem razão, nessa dimensão, somos seres inconclusos e resultantes das marcas, cicatrizes e vivências que nos atingem em totalidade, e nos criam, a partir delas. Não há um direção ou projeto prévio e definitivo, eles se marcam e se guiam por uma peregrinação infinda. Esta abertura ás possibilidades nos entontecem e geram em nós náusea. Náusea da inconstância, da fragilidade, e de nossa fraqueza.
O trabalho abaixo consignado nos dá uma experiência forte do quanto já sabemos, e do muito que nos é desconhecido.

O universo do macrocosmo ao microcosmo é parte de nossas células. Somos poeiras estelares. Descobrimo-nos perdidos num universo quase infinito do qual nunca podemos perceber nossa pequenez, e insuficiência do ponto de vista da magnitude da matéria que nos cerca, nos compõe, nos gera e nos produz. O espaço nos apavora, porque testemunha nossa fraqueza, nossa condição de seres permitidos a serem mantidos por uma trama que sustenta nossas vidas, por puro milagre. Somos o milagre vivo que agarrados ao nosso planeta agredimos todo o universo com nossas tecnologias, inclusive aquelas que nos permitem a viagem as suas grandezas e pequenezas. Este material mostra que o espaço nos dá uma densidade pouco avaliável no cotidiano, no qual nos esprememos um planeta à busca de espaços simbólicos e tempos simbólicos. Se alguma vez houver um revolução que nos tire do universo essa ainda será, em última análise resultado do que construímos para além de nós mesmos, os espaços e os tempos simbólicos!

Uma boa noite a todos e todas…
Eis o filme que hoje assistimos e debatemos:
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