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FILOSOFIA PARA PEDAGOGOS!

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Estimados amigos alunos e alunas da Pedagogia

O1/01/2013

Desejo que todos e todas estejam muito bem.

Em primeiro lugar ficou reservado quarta e quinta feira para os filmes no Coxiponês: O enigma de kaspar Hauser de Herzog e o Giordano Bruno.

Na segunda e na terça debateremos os textos já prontos de vocês, mas fica prazo de entregarem até na quinta-feira.

Agradeço toda a ajuda e o debate quente que permitiu juntar nossas biografias, a história de vocês, história de dor do preconceito, de exclusão que passava por questões étnico-raciais e a memória daqueles e daquelas que como vocês, companheiros e companheiras da mesma dor, ficaram excluídos da Escola, pela cultura que ela mesmo carrega de tornar tudo a “mesma coisa” sob o sacrifício das dimensões íntimas e pessoais, que nos tornam ferramentas e instrumentos de guerra, mas comprometem a liberdade, a escolha, a autonomia e o valor das nossas opções políticas e pessoais.

Assim o texto nominado: ’12. A (In)explicável invisibilidade das mulheres na filosofia de um caderno de Formação da CNTE/Sintep voltado à formação de professoras e professores pode contribuir para o debate.

Caminhamos no texto fazendo alguns outros percursos ricos, relembrando alumas notas trágicas da Modernidade, entre uma delas mais acentuada, a visão dos ilustrados, a partir da seus melhores representantes: Descartes, Kant, Schopenhauer, Rousseau, Voltaire, Fichte e os representantes republicanos, da revolução inglesa e francesa. Aprofundaram o nível do estigma contra a mulher os enciclopedistas sobretudo Diderot, inclusive tendo sua moral machista e biologista da sexualidade sido incorporado na tradição da Igreja romana, e formatado um modelo que excluía as dimensões culturais dos seres humanos, dimensões de afeto e subjetividade, que colocava a mulher como incubadora – DIDEROT – de um “homúnculo” criado sozinho pelo espermatozoide de um homem, e ela ser reservava ao papel secundário de não contribuir senão para o seu crescimento mas não para sua criação.

SOLICITEI DOIS TRABALHOS ESCRITOS:

Relembrando que, o pensar se constitui na expressão do signo, na gestualidade, na expressão da fala ou da escrita. Falamos para pensar. Nunca é verdade que pensamos para falar… Esta a função do trabalho.

Trabalho de elaboração pessoal a ser entregue por escrito não mais que duas páginas e meia ou três, a partir de um “bate bola com o texto acima”: A (In)explicável invisibilidade das mulheres na filosofia veja link abaixo, nº 12 página 81 ss.

E, um trabalho de página a página e meia de sua compreensão com o texto: “Há muitas lógicas na nossa vã filosofia” do mesmo caderno da CNTE/SINTEP, link também abaixo nº 11, página 73 . Pode ser redigido à mão, lerei e devolverei. Façam-no com letra legível.

Um abraço saudoso. Prof. Passos

LINK: http://luizaugustopassos.com.br/mais/textos/meus-textos/

Divirta-se: O Futebol do Filósofos:


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