Menu

O que rolou…

Nenhum Comentario

com as dificuldades inerentes de todos e todas de acompanhar as questões da Teoria do Conhecimento, pondo em diálogo as contribuições inauditas e revolucionárias de Edmund Husserl -pai da fenomenologia – e a nova revolução copernicana das contribuições de Merleau-Ponty, a atmosfera do nosso encontro decorreu sem ouvirmos mosca na sala. A busca era de sintonizar as provocações do Professor Di Clemente para cada um de nós, pesquisadores e pesquisadoras, ali presentes, procurarmos formas de nós mesmos compreender o nosso lugar nisso tudo. A dificuldade era visível, também pela participação de profissionais de muitas áreas, com respingados amantes ou dedicados à filosofia. Foi um tarde inesquecível. É preciso elogiar a dedicação de Di Clemente com seus esquemas, sua contribuição na bibliografia, seu esclarecimento, ainda que inicial, de conceitos centrais da fenomenologia de Husserl e de Merleau-Ponty. Gostaria de, tirando do baú, dedicar-lhes um texto que particularmente gosto, e que escrevi há alguns anos, quando dos cem anos da obra “Matéria e Memória” de Henri Bergson. Queria nela tentar dizer, por uma parábola, da ambiguidade mas também da grandeza que constitui assumirmos nosso papel de filósofos num mundo problemático, que começa em nós mesmos, e se continua na matéria do mundo. Um grande abraço a todos  todas.

Clique aqui: O Filósofo e as itinerancias da filosofia

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *